BANDA


Os Imperdíveis nasceram para fazer Rock Popular Brasileiro.

RPB é rock que leva alegria da Jovem Guarda, questionamentos da Tropicália, sofisticação da Bossa Nova e rítmos da MPB espalhados por todo o Brasil. E um pouquinho dos exageros do brega – que enche o coração de influências populares – tão bem traduzidos pelo incrível Sidney Magal!

A banda mistura tudo isso com uma estética pós-punk e dá ao seu som letras que falam de amor, respeito e da necessidade de vivermos intensamente no agora, sem enganos, sem esperas, sem medo. Por isso, seu trabalho soa tão atual mesmo tendo sido formada há quase 15 anos.


Olho no agora.

Capa do álbum Renovar o Ar - Arte: Marcel Lisboa

Capa do álbum Renovar o Ar – Arte do artista plástico Marcel Lisboa

O segundo álbum dos Imperdíveis, Renovar o Ar, já está disponível nas principais plataformas digitais e a banda prepara o show de lançamento, vídeos e turnês pelo país e exterior.

Esse álbum foi trabalhado intensivamente pelos integrantes da banda – Eduardo Anabela no vocal, Alexandre Marques na guitarra, Daniel Britta no baixo e Guto Gonzalez na bateria – com muitas horas de ensaios, para fazerem com que os arranjos fossem fielmente transportados para a gravação.

Com produção de Guto Gonzalez e Daniel Britta no Estúdio Lamparina, o álbum foi masterizado na Toca da Coruja pelo músico e produtor Ricardo Prado e saiu exatamente como a banda queria: clareza no som dos instrumentos e nas melodias, todos jogando para o time, sem perder a pegada rock e o destaque de suas letras.

Após a gravação do álbum, o Britta decide trabalhar seu lado multi-instrumental em outros estilos musicais e levar seu som autoral para dar vazão à sua gigante criatividade. Em seu lugar, Davi Índio, um músico tão genial quanto, assume o baixo e a banda segue seus planos, seus sonhos.


O começo.

IMPERDÍVEIS - Capa do álbum Roquenrou Em Stereo

Capa do álbum Roquenrou em Stereo – Arte do designer Carlos Costa (Caju)

Foi levando seu primeiro álbum para o lendário Kid Vinil que shows começaram a aparecer, cada vez maiores, e as músicas da banda a conquistar fãs. Isso em 2005, época em que a rádio Brasil 2000 e a MTV movimentavam a cena do rock nacional em São Paulo.

Deste trabalho, totalmente caseiro, a música Magnética teve destaque na rádio e ganhou um vídeo, também feito pelos integrantes da banda, que foi bastante exibido na MTV e agradou muito os rockers e críticos. Outro vídeo também bastante assistido foi o da música Esta música não sai da cabeça, dirigido pela cineasta Ana Sardinha.

Entusiasmados pelo momento, os Imperdíveis aceleraram seu processo de “faça você mesmo” e saíram produzindo mais músicas, mais vídeos, seu site e fazendo blitz pelas ruas – com participação super especial da Valeria Zoppello – para que as pessoas ouvissem e dessem seus depoimentos!

“A gente levava nossos equipamentos pra avenida Paulista, na época ela não fechava aos domingos, e saía tocando! Chegamos a ser chamados de “A banda do rock de guerrilha” pelo MultiShow.”
Eduardo Anabela

E assim, persistentes, apresentaram seu trabalho para o renomado produtor musical Tadeu Patolla, que virou um amigo! Com ele, regravaram as 10 músicas do álbum “caseiro” e mais 4!!! As 14 que compõem o seu primeiro trabalho profissional, o álbum Roquenrou em Stereo.


Show que não para.

A força dada por seu padrinho Kid Vinil abriu muitas portas. Os Imperdíveis tocaram em todas as principais casas de shows de São Paulo, incluindo o legendário Hangar 110, Manifesto, Fun House, Inferno, e passaram a tocar com bandas como o Magazine Forgotten Boys.

Ao vencer o festival Claro que é Rock, com mais de 3000 bandas inscritas, seu reconhecimento aumentou! Mais de 8000 pessoas assistiram o show em que abriram para o Placebo, no Credicard Hall lotado. A banda recebeu o voto de todos os jurados, entre eles do produtor musical Miranda e do baixista Champignon, e também o voto do público que ovacionou os integrantes ao término da apresentação.

“Lembro de estar bastante ansioso no dia do show, mas o carinho imenso da Daniela Spallanzani, que nos acompanhou o dia inteiro,  tranquilizou toda a banda.” 
Alexandre Marques

 

As experiências de tocar em palcos grandes, com públicos imensos e com bandas internacionais, como Iggy Pop, Nine Inch Nails, Sonic Youth, Flaming Lips, trouxeram maturidade para a banda, formada por Eduardo Anabela no vocal, Alexandre Marques na guitarra, Deh Rodrix no baixo e Caju Batera na bateria.

EstadaoParteDiversas grandes mídias da época começaram a noticiar a novidade e a banda participou de muitas entrevistas em rádios (Brasil 2000, 89...), sites (Zona Punk, virgula.com…), canais de televisão (MTV, MultiShow, TV Cultura…), revistas e jornais, chegando a ser matéria exclusiva de capa do Caderno 2, Estadão (Matéria: Patrícia Villalba).

No segundo show do evento Claro que é Rock, quem tocou a bateria foi Caio Corsalette, líder da banda Dollar Furado. O Caju foi agredido em um assalto levando um tiro que paralisou seu braço, impossibilitando-o de tocar. Muitas fisioterapias depois felizmente deixaram o Caju inteiro. No entanto, mesmo com o fato, ele não abandonou seu espírito “Imperdíveis” e participou do show todo, cantando e dançando como nunca!

A banda não parou de se apresentar tocando com Charlie Brown Jr., Cachorro Grande, Nação Zumbi, Pitty, entre tantas outras bandas nacionais e com pessoas ilustres na platéia de seus shows: Charles Gavin (Ex Titãs), Derrick (Sepultura), Régis Tadeu (Rádio USP), Cunha Júnior (Programa Metrópolis), Beto Lee


Renovando o ar.

Após esta formação, outros grandes instrumentistas integraram a banda, entre eles o produtor musical Emerson Emmo e o atual baixista do Biquini Cavadão, ex Rodox, Marcelo Magal. Com o Magal, os Imperdíveis abriram para o IRA em um show memorável! A banda deixou o público preparado para que o Nazi e o Edgard Scandurra destruíssem no palco.

Imperdiveis_300dpis_CarolShimejiJá com a formação que gravou o segundo álbum, o Gutão, Ale, Anabela Britta decidiram trabalhar no estúdio para ensaios e se dedicaram muito aos arranjos. De todas as composições, apenas oito músicas foram selecionadas, para apresentarem ao público algo grandioso, que refletisse as inspirações e o momento da banda.

Para além do trabalho musical, a banda traz a influência da popart, de olho em tudo o que a metrópole paulistana oferece: artistas plásticos e poetas, arquitetura, danças e bandas na Paulista aos domingos, skatistas na Praça Roosevelt, diversidade. O Brasil todo em uma cidade.

E como todos os integrantes gostam de estar nos palcos, a banda não deixou de frequentá-los, chegando a tocar suas novas músicas no underground de Sampa – um deles com a participação de Vinicius Costa no baixo – e a abrir para o Capital Inicial em um show que rendeu muitas histórias boas!

ImpsComIndio

Agora, com a saída do Britta e com o Índio assumindo o baixo, a banda continua super motivada! Afinal de contas, o Índio, além de exímio baixista, é produtor musical, tem uma longa vivência no mundo da música e é um grande amigo.


E o que é imperdível?

Para gente, é fazer com sinceridade aquilo que se gosta, que se acredita, na música, no trabalho, no relacionamento humano. Festejar todas as pequenas vitórias, para uma vida repleta de festas. Respeitar o mundo e viver intensamente a vida como ela é e não como querem desenhá-la para nós. Fazer amigos, ser amigo e estar sempre ao lado de muita gente que não teme transformar sua vida pra melhor.

E pra você, o que é imperdível?


Integrantes.

anabelaEDUARDO ANABELA
VOCALISTA

Cantor e compositor desde a adolescência, montou em Ribeirão Preto a banda Lápso Lógico com Alexandre Marques e com ela chegou ao segundo lugar no FICO, com a música Fetiche, regravada pelos Imperdíveis. Também participou da banda de música eletrônica Atomix. Trabalhou como técnico vocal para Caio Corsalette e a banda Portnoy, além de ter gravado com músicos como Peu Sousa, Luiz Fernando Neto, Caio Lopes, entre outros.

AleALEXANDRE MARQUES
GUITARRISTA

Violeiro desde menino, montou com Eduardo Anabela a banda Lápso Lógico, compondo e tocando a guitarra do power trio. Ainda adolescente, participou como músico convidado no FICO de São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera, abrindo para a banda Blitz, sua primeira experiência com o grande público. Vocalista, baixista e compositor na banda Mobilette Racers, gravou e pré-mixou o primeiro álbum do grupo, finalizando com o produtor Tadeu Patolla.

indioDAVI ÍNDIO
BAIXISTA

Formado em música, baixista e produtor musical, participou da produção dos discos da cantora Desa, do cantor João Vedana e do Coletivo Rua. Gravou ainda os baixos do terceiro disco do Alarde. Dono do Estúdio Casa Azul, vem participando de vários shows de artistas como: Di Melo, Max de Castro, Marcelo Bonfá, Fernadinho Beatbox, Mariene de Castro, Coletivo Rua, Senzala Hi-Tech…

GutoGUTO GONZALES
BATERISTA

Produtor musical e fundador do estúdio Lamparina, trabalhou com diversos artistas de renome: Pavilhão 9, Zeca Baleiro, Dinho Ouro Preto, Emicida, Cachorro Grande, Lobão… Produziu dezenas de discos e trilhas sonoras. Foi baterista em várias bandas como Orozco, Udjc, Abusus e Texas Curse. No Sons of Freedom tocou baixo. Foi ainda produtor fonográfico e engenheiro de som para discos dos artistas: Pig Soul, Maguerbes, Rock Rocket, Lineker, Vowe, Ralo, Tokyo Savannah, Circo Motel, Aretha Marcos, Indaiz…


Falou e disse!

“…a música Magnética rolou legal! Até no site do showlivre.com, lá é assim, uma das mais ouvidas, o clipe é um dos mais assistidos!”
Clemente (ShowLivre/MultiShow – Plebe Rude)

“…e os caras da banda tocavam de um jeito diferente, de um jeito legal. Como banda, soava bem legal mesmo!… A gente fez o disco em tempo record, foram 20 dias e foi tudo perfeito… Foi legal pra caramba trabalhar com os caras e eu fiquei orgulhoso com o resultado do som…”
Tadeu Patolla (Produtor Musical)

“É quase impossível não cair na tentação de fazer o trocadilho infame e dizer que você não pode perder um show dos Imperdíveis. Mas é isso mesmo, os caras são demais no palco.”
Patrícia Villalba (Jornal Estadão)

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